Nana | |
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Cartaz promocional | |
No Brasil | Naná |
![]() 1934 • p&b • 90 min | |
Género | drama |
Direção | Dorothy Arzner |
Produção | Samuel Goldwyn |
Roteiro | Harry Wagstaff Gribble Willard Mack |
Baseado em | Nana, de Émile Zola |
Elenco | Anna Sten Lionel Atwill Richard Bennett Mae Clarke |
Companhia(s) produtora(s) | Samuel Goldwyn Productions |
Distribuição | United Artists |
Lançamento | ![]() ![]() |
Idioma | inglês |
Nana (bra Naná[1]) é um filme a preto e branco estado-unidense do género drama, realizado por Dorothy Arzner e escrito por Harry Wagstaff Gribble e Willard Mack, com base no romance homónimo de Émile Zola.[2]
Este filme, que marca a estreia de Anna Sten em Hollywood, foi o único de Arzner para Samuel Goldwyn.[2]
Em 1868, Nana é o ídolo do teatro de Paris da Belle Époque. Ela atrai muitos homens, mas está interessada apenas num oficial.
Originalmente, o roteirista contratado era Nathanael West, que depois contaria com a colaboração de Marion Orth, Allen Rivkin e P. J. Wolfson. Posteriormente, o produtor Samuel Goldwyn contratou os escritores Edwin Justus Mayer e Leo Birinski para trabalhar no roteiro, enquanto George Fitzmaurice seria o diretor. Nenhum desses recebeu créditos: Harry Wagstaff Gribble aparece como o adaptador do roteiro, e Willard Mack, diretor de diálogos.[2]
Nana foi um fracasso de bilheteira.[3]
Para a revista brasileira Cinearte, o filme "só vale pela presença de Anna Sten". A adaptação não teria deixado muito da obra de Zola, apenas "um resumo da obra, Paris e a atmosfera de 1868".[1]