The Last of Mrs. Cheyney | |
---|---|
Cartaz promocional do filme. | |
No Brasil | A Última Conquista |
![]() 1937 • p&b • 98 min | |
Gênero | comédia dramática |
Direção | Ryszard Bolesławski Dorothy Arzner (não-creditada) George Fitzmaurice (não-creditado) |
Produção | Lawrence Weingarten |
Roteiro | Leon Gordon Samson Raphaelson Monckton Hoffe |
Baseado em | The Last of Mrs. Cheyney peça teatral de 1925 de Frederick Lonsdale[1] |
Elenco | Joan Crawford William Powell Robert Montgomery |
Música | William Axt |
Cinematografia | George Folsey |
Direção de arte | Cedric Gibbons |
Figurino | Adrian |
Edição | Frank Sullivan |
Companhia(s) produtora(s) | Metro-Goldwyn-Mayer |
Distribuição | Loew's, Inc. |
Lançamento |
|
Idioma | inglês |
Orçamento | US$ 741.000[3] |
Receita | US$ 1.797.000[3] |
The Last of Mrs. Cheyney (bra: A Última Conquista)[4] é um filme estadunidense de 1937, do gênero comédia dramática, dirigido por Ryszard Bolesławski, George Fitzmaurice e Dorothy Arzner, e estrelado por Joan Crawford, William Powell e Robert Montgomery. O roteiro de Leon Gordon, Samson Raphaelson e Monckton Hoffe foi baseado na peça teatral homônima de 1925, de Frederick Lonsdale, que teve 385 apresentações na Broadway.[1][2]
Quando o diretor Ryszard Bolesławski morreu repentinamente no meio da produção, George Fitzmaurice assumiu e, quando ele adoeceu, o filme foi finalizado por Dorothy Arzner. Tanto Fitzmaurice quanto Arzner não foram creditados. Este foi o sexto e último filme que Crawford e Montgomery co-estrelaram juntos.
Duas outras versões do filme foram feitas: "The Last of Mrs. Cheyney" (1929), estrelado por Norma Shearer, e "The Law and the Lady" (1951), estrelado por Greer Garson.
O Lorde Francis Kelton (Frank Morgan) encontra uma bela mulher em seu salão nobre. Ele fica confuso, mas seu amigo rico, o Lorde Arthur Dilling (Robert Montgomery), fica fascinado por ela. Eles descobrem pelo comissário do navio que ela é Fay Cheyney (Joan Crawford), uma mulher viúva. Em Londres, ela se torna a queridinha da alta sociedade inglesa, além de conseguir uma bela casa para morar e o mordomo Charles (William Powell) para trabalhar para ela. Embora a moça viva uma vida boa, os dois homens ricos começam a desconfiar que ela seja, na verdade, uma ladra de joias.
Marguerite Tazelaar, em sua crítica para o New York Herald Tribune, escreveu: "Joan Crawford como a Sra. Cheyney foi competente, além de dar ao papel uma simpatia considerável ... A produção foi lindamente encenada, a trilha sonora que a acompanha é boa e as falas brilham".[5]
De acordo com os registros da Metro-Goldwyn-Mayer, o filme arrecadou US$ 1.107.000 nacionalmente e US$ 690.000 no exterior, totalizando US$ 1.797.000 mundialmente. O retorno lucrativo da produção foi de US$ 460.000.[3]