The Parallax II: Future Sequence | |||||||
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Álbum de estúdio de Between the Buried and Me | |||||||
Lançamento | 9 de outubro de 2012 | ||||||
Gravação | The Basement Studios em Winston-Salem, Carolina do Norte | ||||||
Gênero(s) | |||||||
Duração | 72:33 | ||||||
Gravadora(s) | Metal Blade | ||||||
Produção | Jamie King | ||||||
Cronologia de Between the Buried and Me | |||||||
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The Parallax II: Future Sequence É o sexto álbum de estúdio da banda de metal progressivo Between the Buried and Me, lançado em 9 de Outubro de 2012[3][4] O álbum conceitual é a sequência do EP The Parallax: Hypersleep Dialogues. Paul Waggoner e Dustie Waring (guitarras) descreveram o álbum como seu favorito até agora, sendo um disco maduro, dinâmico, com influências de metal, jazz, rock progressivo setentista, entre outros. É também o álbum mais longo da banda até a presente data, com 1h e 12 minutos.[5]
Todas as letras escritas por Tommy Giles Rogers Jr., todas as músicas compostas por Between the Buried and Me.
N.º | Título | Duração | |
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1. | "Goodbye to Everything" | 1:39 | |
2. | "Astral Body" | 5:01 | |
3. | "Lay Your Ghosts to Rest" | 10:02 | |
4. | "Autumn" (instrumental) | 1:17 | |
5. | "Extremophile Elite" | 9:58 | |
6. | "Parallax" | 1:15 | |
7. | "The Black Box" | 2:10 | |
8. | "Telos" | 9:45 | |
9. | "Bloom" | 3:29 | |
10. | "Melting City" | 10:19 | |
11. | "Silent Flight Parliament" | 15:09 | |
12. | "Goodbye to Everything Reprise" | 2:29 | |
Duração total: |
72:33 |
Críticas profissionais | |
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Pontuações agregadas | |
Fonte | Avaliação |
Metacritic | 74/100[6] |
Avaliações da crítica | |
Fonte | Avaliação |
O álbum recebeu críticas geralmente favoráveis, com uma pontuação de 74 no Metacritic. Elogiou a banda por equilibrar o imediatismo de "Astral Body" com as canções mais longas descritas como "mini-sinfonias", vários críticos creditaram a composição da banda para incorporar a diversidade estilística em uma forma coesa mais atenta ao desenvolvimento de temas centrais. No entanto, o álbum foi criticado por Brice Ezell da PopMatters como "o trabalho de uma banda confortável em sua própria ambição. É muito fácil ficar impressionado, e esse é o tipo exato de complacência que não esperamos desses caras". Escrevendo para Revolver (revista), Paige Camisasca criticou de forma semelhante o material mais pesado da banda por soar como "uma repetição pouco inspirada do trabalho anterior do grupo".